segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Fieel de fechaar ♥


Amizade verdadeira para mim é estar a disposição sempre, é poder contar com a pessoa sem medo de falar o que não deve, como se fosse um espelho. É perceber a tristeza ou alegria da pessoa mesmo sem ela dizer, é estar sempre unidos estando perto ou longe, é passar horas conversando sobre o mesmo assunto, é passar horas com a barriga doendo de tanto rir, é passar horas escutando o choro do amigo, é passar horas ajudando a resolver um problema, é colocar os amigos acima de tudo, é um amor que nunca acaba.

Logo, logo, beem depressa!

Em um diα ouvimos tαntαs coisαs, mαs nem sempre αquilo que queremos ouvir. nem por isso deixαmos de sorrir. αs vezes, estα tudo tão confuso, que nem sαbemos o que fαzer. mαs isso nos fαz pensαr nα vidα. nos bons momentos que vivemos e no tempo que αinda vαmos viver. nessαs horαs, precisαmos de αlguém pαrα contαr, pαrα sorrir, αmαr e αchαr o vαlor em seu corαção. não é fαcil αndαr sozinho nesse mundo, mαs quαndo encontrαmos um sentido, deixαmos de sonhαr e, com os pés no chão, começαmos α viver. tαlvez não α vidα que sempre sonhαmos, mαs, α vidα nα quαl precisαmos (Y)’

domingo, 20 de setembro de 2009

Aprendii.

Aprendi.... que ninguém é perfeito
enquanto não te apaixonas
Aprendi....que a vida é dura
mas eu sou mais que ela!!
Aprendi que... as oportunidades nunca se perdem
aquelas que desperdiças... alguém as aproveita
Aprendi que... quando te importas com rancores e amarguras
a felicidade vai para outra parte.
Aprendi que... devemos sempre dar palavras boas...
porque amanhã nunca se sabe as que temos que ouvir.
Aprendi que...um sorriso é uma maneira económica de melhorar teu aspecto.
Aprendi que... não posso escolher como me sinto...
mas posso sempre fazer alguma coisa para me senti melhor.
Aprendi que... quando o teu filho recém-nascido segura o teu dedo na sua mão
têm-te preso para toda a vida
Aprendi que...todos todos querem viver no cimo da montanha...
mas toda a felicidade está durante a subida.
Aprendi que... temos que gozar da viagem
e não apenas pensar na chegada.
Aprendi que... o melhor é dar conselhos só em duas circunstancias...
quando são pedidos e quando deles depende a vida.
Aprendi que...quanto menos tempo se desperdiça...
mais coisas posso fazer.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Micka ♥

Dizem que amigos são irmãos que a gente escolhe. Pois bem, tive a sorte de ser escolhida pela melhor amiga do mundo. Amiga para a vida toda. Amiga que ja me viu de cara enchada, maquiagem borrada por chorar no meio da noite. Essa amiga, ou melhor, irmã que ganhei por puro acaso (se é que existe mesmo esse tal de acaso). Nossa amizade ultrapassa a barreira da distância e a barreira do tempo. Ultrapassa todos aqueles males que entraram em nossas vidas e nos fizeram menos felizes. Nossa amizade sobreviveu aos nossos contratempos e se tornou mais forte !

Antes qe eles cresçaam!


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas.
Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

http://www.youtube.com/watch?v=tdClVu52qWs

Gabii and Sáàh ♥

Vsê trouxee felicidadee pra minhaa vida..
A cada diia qe passa naum sei me ver longe de vsê.
Akelaa filha qe eu sempre pedi a Deuus, vsê me faaz riir, me alegra, me motiva, me dáh forçaas..
Gabrielaa vsê é o meu anjo da guarda. Eu vou estaar sempre com vc.. PRA SEMPRE.

Psy Trance


Podєм иos сhαмαя dє louсos,
мαs sє α иossα мúsιсα иão tєм lєtяα há uмα яαzão.
иossα líиguα é úиιсα є vєяdαdєιяαмєиtє uиιvєяsαl...
иão sє tяαtα dє uм sαмьα сαяяєgαdo dє tяιstєzα,
иão єxρяєssα soиhos є αsριяαçõєs ρяoƒuиdαs,
иαdα dιsso! єиtão єиtєиdα...
иossα мúsιсα иão tєм lєtяα ρoяquє dєιxα soαя є sє ρяoραgαя uиιсαмєиtє o ρяєsєиtє, αquєlє ρяєsєиtє lιvяє dє αƒlιçõєs, Lιvяє dє єgoísмo, ρossє.
Sє tudo quє ρodємos vιvєя é o sєguиdo ιмєdιαto сoмo ƒαzєм os иαtos αιиdα αρяєиdєиdo α єstαьєlєсєя сoиєxõєs sιмρátιсαs. єstαмos lιvяєs, ρuяos є ƒєlιzєs!
É єssα иossα мúsιсα quє voсê julgα sєм sєиtιdo?
Sєяá quє soмos louсos ?
иós, sєм ƒαzєя мαl αlguм α иιиguéм,
αρєиαs сєlєьяαиdo є ƒєstєjαиdo o ƒιм dє todα α hιρoсяιsια α иós мєsмos?
O quє quєяємos иós louсos,
É αρєиαs voltαя αs oяιgєиs, αo сosмo, αo иosso ρяóριo сoяρo, α мãє иαtuяєzα, αo útєяo...
иossα мusιсα dιz tudo sєм ƒαlαя иαdα!!!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ppoiis éh!


“Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu”.

(Luis Fernando Veríssimo)